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Investimento maior no combate à hepatite salvaria 4,5 milhões de vidas até 2030, diz OMS

Estudo preparado para o Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais, celebrado neste domingo (28), mostra que seria preciso investir R$ 23 bilhões ao ano para eliminar os diversos tipos de hepatite em 67 países vulneráveis. Atualmente, 325 milhões de pessoas vivem com hepatite B ou C.


Teste durante campanha de combate às hepatites virais em Brasília — Foto: Matheus Oliveira/Saúde-DF

Teste durante campanha de combate às hepatites virais em Brasília — Foto: Matheus Oliveira/Saúde-DF

Ampliar os investimentos públicos no combate aos diferentes tipos de hepatite viral salvaria a vida de 4,5 milhões de pessoas nos próximos 11 anos, segundo uma estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Em preparação para o Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais, neste domingo (28), especialistas da OMS publicaram um estudo afirmando que seria preciso investir um total de R$ 222 bilhões para que, até 2030, a hepatite viral deixe de ser uma ameaça de saúde pública em 67 países vulneráveis, de renda média e baixa. A estimativa foi publicada na revista "Lancet Global Health", na sexta-feira (26),

Isso significaria que esses países teriam que investir, juntos, R$ 23 bilhões ao ano no combate à hepatite para reduzir as novas infecções em 90% e as mortes, em 65%.

Essa meta é oficialmente apoiada por todos os países membros da OMS, inclusive o Brasil. Dos 150 países membros, mais de 40% não têm um plano para eliminar a hepatite.

A hepatite é, basicamente, uma inflamação no fígado, que pode ser causada por uso excessivo de álcool, drogas, medicamentos, por diferentes vírus ou por outras doenças, como as genéticas ou autoimunes.

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