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Auditoria em frigorífico para exportação por videoconferência é sinal de credibilidade, diz superintendente de agricultura de MS

Celso Martins foi entrevistado no Papo das Seis, do Bom Dia MS desta terça-feira (30).


Celso Martins foi entrevistado no Papo das Seis, do Bom Dia MS desta terça-feira (30).  — Foto: Átilla Eugênio/TV Morena

Celso Martins foi entrevistado no Papo das Seis, do Bom Dia MS desta terça-feira (30). — Foto: Átilla Eugênio/TV Morena

O superintendente federal de Agricultura de Mato Grosso do Sul (SFA/MS), Celso Martins, apontou que a realização pela China de auditorias de frigoríficos brasileiros para habilitação para a exportação ao país por meio de videoconferências é um sinal de credibilidade.

A utilização do sistema foi anunciada na semana passada pela ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Tereza Cristina, com meio de acelerar o processo de habilitação de frigoríficos do Brasil para a exportação de carne para a China.

Ele explicou que em vez de o país mandar uma missão para fazer a avaliação física de cada planta, é filmado um abate em cada unidade, mostrando as várias etapas e os cuidados sanitários que são tomadas em cada procedimento.

"Na semana passada nós tivemos um primeiro ensaio de acompanhamento de uma vistoria em planta frigorífica por videoconferência. É mais um avanço que se consegue. É um sinal importante que temos de prestar muita atenção. É um sinal de credibilidade, porque a maioria dos países manda missões veterinárias e diplomáticas para vistoria e auditar nossas plantas e sistemas de controle.[...] Essas videoconferências servem para tirar dúvidas, para elencar alguns pontos importantes de alteração no processo industrial e a constância dessas missões tem nós dado um otimismo muito grande para a abertura de novos mercados novos", ressaltou no Papo das Seis, do Bom dia MS desta terça-feira (30).

O superintendente comentou ainda que habilitação de plantas de abates de suínos do estado para a exportação para a China, aproveitando a janela de mercado que se abriu que a dizimação do rebanho chinês pela peste suína africana deve ocorrer de modo natural.

"A exportação não é uma característica muito forte do sistema produtivo de suínos em Mato Grosso do Sul. Nossa tradição é mais de atendimento de mercado interno, mas com qualidade. As plantas existentes aqui tem condições de se habilitar para a exportação e isso vai ocorrer naturalmente".


 

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