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Tocantins se prepara para receber a criação de tilápias

Regras para a produção do peixe serão rígidas para evitar que ele afete as espécies nativas da área.

A criação de tilápias está chegando à região amazônica do Tocantins, com uma produção que poderá chegar a 80 mil toneladas. Mas quem desejar criar a espécie vai precisar tomar cuidado para que ela não ameace os peixes nativos da região.

A liberação para criar tilápias em tanques rede (estruturas de metal com tela) na região foi autorizada em dezembro do ano passado, por meio de uma resolução do Conselho Estadual do Meio Ambiente. Ela permite a criação dessa espécie em lagos artificiais, como os da usina hidrelétrica Luiz Eduardo Magalhães e na bacia do rio Tocantins.

Até o momento, nenhuma licença foi emitida, mas existem pedidos em tramitação. Eles passam por órgãos como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Ministério da Agricultura e Agência Nacional das Águas (ANA).

A engenheira ambiental do Instituto Natureza do Tocantins (Naturantins) Larissa Uchôa explica que os criadores terão que seguir algumas medidas que diminuam o impacto ambiental da produção.

“Principalmente em termos de manter a qualidade de água do lago, para que não tenha aumento da carga de fósforo (...), em termos de manutenção do tanque rede, tudo que vai realmente manter o meio ambiente de forma sustentável”, diz Larissa.

A criação de tilápias está chegando à região amazônica do Tocantins, com uma produção que poderá chegar a 80 mil toneladas. Mas quem desejar criar a espécie vai precisar tomar cuidado para que ela não ameace os peixes nativos da região.

A liberação para criar tilápias em tanques rede (estruturas de metal com tela) na região foi autorizada em dezembro do ano passado, por meio de uma resolução do Conselho Estadual do Meio Ambiente. Ela permite a criação dessa espécie em lagos artificiais, como os da usina hidrelétrica Luiz Eduardo Magalhães e na bacia do rio Tocantins.

Até o momento, nenhuma licença foi emitida, mas existem pedidos em tramitação. Eles passam por órgãos como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Ministério da Agricultura e Agência Nacional das Águas (ANA).

A engenheira ambiental do Instituto Natureza do Tocantins (Naturantins) Larissa Uchôa explica que os criadores terão que seguir algumas medidas que diminuam o impacto ambiental da produção.

“Principalmente em termos de manter a qualidade de água do lago, para que não tenha aumento da carga de fósforo (...), em termos de manutenção do tanque rede, tudo que vai realmente manter o meio ambiente de forma sustentável”, diz Larissa.

 

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