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Mercado de lenha vive bom momento

Produtores do Sudoeste de SP apostam no aumento das vendas.

Mercado de lenha vive bom momento — Foto: Reprodução/TV TEM

Mercado de lenha vive bom momento — Foto: Reprodução/TV TEM

Nos churrasco que faz, Ricardo Durante usa lenha de árvores frutíferas, como macieiras, caquizeiros, pessegueiros e laranjeiras, o que ajuda a dar mais sabor à carne.

Ele trabalha com a venda de churrasqueiras e de lenha. O tronco chega inteiro e, depois, é cortado e embalado. Em média, são 10 toneladas por mês.

Fábio Lobo Júnior produz lenha em Itapetininga e diz que esse é um mercado que oscila pouco, mas que o inverno sempre é bom para os negócios.

A produção de eucalipto tem mais de 12 anos. Boa parte das árvores é destinada à fabricação de embalagens e móveis. O que sobra vira lenha. São 1500 sacos de dez quilos por mês. Por enquanto, a produção vai para o varejo, mas a intenção dele é atuam também no também no atacado.

Em São Miguel Arcanjo, a plantação de eucaliptos de Robson Marcos Rodrigues tem 7 anos. As árvores com mais de 28 metros de altura estão prontas para o corte.

As toras vão para as fábricas de paletes. Os pontaletes são destinados à construção civil. O restante vira lenha.

Robson diz que o mercado está aquecido e que a procura deve aumentar mais no segundo semestre. No início, 15 anos atrás, a produção era para atender o mercado de celulose. Hoje, o que é produzido nos 90 hectares da propriedade tem outro destino. Por mês, são 1500 metros cúbicos de madeira. Metade disso é lenha.

Márcio Queiroz produz e comercializa madeiras em São Miguel Arcanjo e diz que quando a lenha está rachando é sinal que está boa. Outro ponto importante é o cerne, a parte interna do tronco. Quanto maior, melhor para queimar.

 

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