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Greve dos professores das escolas particulares de BH chega ao fim

Educadores de seis colégios privados estavam com atividades paralisadas há dez dias

Fim da greve foi votado pela categoria na ALMG
Fim da greve foi votado pela categoria na ALMG
Divulgação / Sinpro Minas

Os professores da rede particular de educação de Belo Horizonte decidiram, nessa sexta-feira (4), dar fim à grave em que parte deles aderiu há 10 dias. A decisão foi tomada após os sindicatos dos trabalhadores e patronal aprovarem a proposta feita em uma audiência de conciliação do TRT-MG (Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais).

A categoria revindicava contra mudanças no acordo coletivo como a perda das bolsas de estudos para professores e dependentes e do adicional por tempo de serviço. Além disso, eles reclamavam do ajuste salarial de 1%, abaixo da inflação do ano passado que foi de 2,95%.

Os sindicatos dos trabalhadores e o patronal acordaram com a atualização salarial em 1,56%, seguindo o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor). Eles também conseguiram manter a homologação de rescisão contratual para após o segundo ano de contrato.

O acordo aprovado prevê que os grevistas receberão normalmente pelos dias em que tiveram parados e as escolas se comprometeram a não puni-los pela greve.

Segundo o Sinpro Minas (Sindicato dos Professores do Estado de Minas Gerais), esta foi das maiores paralisações dos professores da rede particular. O último balanço do Sinep/MG (Sindicato das Escolas Particulares de Minas Gerais), seis colégios foram afetados com a grave.

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